terça-feira, 23 de novembro de 2010

A relação entre mídia locativa e o SINIAV

Segundo André Lemos, Mídia Locativa pode ser definida como um conjunto de tecnologias e processos info-comunicacionais cujo conteúdo informacional vincula-se a um lugar específico. Esse conjunto de processos e tecnologias caracteriza-se por emissão de informação digital a partir de lugares ou objetos. Esta informação é processada por artefatos sem fio como GPS, telefones celulares, palms e laptops em redes Wi-Fi ou Wi-Max, Bluetooth, ou etiquetas de identificação por rádio freqüência, RFID.



As mídias locativas são utilizadas para agregar conteúdo digital a uma localidade e podem servir de diversas funções: monitoramento, vigilância, mapeamento, geoprocessamento, localização, etc.

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O termo “mídia locativa” está diretamente ligado ao SINIAV na medida em que o projeto se utilizará deste conjunto de tecnologias processadas por um tipo de artefato sem fio, as etiquetas de identificação por rádio freqüência. O objetivo é conseguir através da instalação de chips, emitir informações para se fazer o monitoramento e o mapeamento de todos os automóveis. Tudo isso sendo feito, visualizado e localizado em ambientes que ficam entre o espaço físico e o espaço eletrônico, chamados de territórios informacionais.
Territórios em que as pessoas envolvidas se encontram em um espaço real, mas estão conectadas a dispositivos digitais, que os disponibiliza conseguir seus objetivos finais.





No texto de André Lemos também é comentada a sua crença de que as mídias locativas estão transformando o espaço urbano e a vivencia nas grandes cidades. Concordando com ele, isso pode ser visualizado no SINIAV devido as mudanças que o projeto tará para a forma de viver da sociedade atual, que está cada vez mais conectada as redes virtuais. Um outro lado dessa afirmação é que o monitoramento dos automóveis acabará por deixar toda a população muito mais preocupada em saber se estão sendo vistos o tempo todo como em um reality show. Fazendo talvez pessoas evitarem a irem em certos lugares por vergonha de estarem sendo vigiados, ocasionando na falta da privacidade que é direito de todo cidadão contemporâneo.

 Postado por Adriana Eboli

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